Contos Eróticos

[Conto Erótico] Consolando uma amiga

Olá, sou Lady e vou contar um acontecimento para vocês no qual eu participei.
Bem, primeiramente irei me descrever, nunca fui magra, mas também nunca fui gorda, digamos que sou aquele tipo de garota que possui curvas e carne suficiente para agarrar na hora da pegação, alguns até diriam gostosa…
Enfim, tenho uma altura mediana cabelos lisos e negros, olhos castanhos e uma boca insinuante, possuo seios pequenos, porém bastante empinados e uma bunda bastante grandinha na qual meu namorado adora tocar, principalmente com shorts jeans e quando ela bate no seu pênis na hora do sexo… Bem isso é outra história…
Esse conto aconteceu em uma tarde de maio quando fui fazer um trabalho de escola na casa de uma amiga minha, Anne, uma linda menina adolescente de olhos azuis, branquinha e com seios deliciosos.
Anne, sempre foi muito frustrada com seus relacionamentos, ela nunca achava que iria encontrar alguém, e por conta disso, ela sempre fora muito estressada e tinha a má mania em descontar em mim e em outras amigas nossas, mas eu fazia de tudo para entendê-la.
Nesse dia, ela estava péssima, qualquer bobagem ela brigava ou era bruta comigo, eu não aguentando mais fui ao banheiro e fiquei pensando no que fazer com ela.
Resolvei então conversar com ela sobre qualquer coisa que não fosse trabalho ou ex-ficantes.
– Anne, você acha que esse short deixa minha bucetinha muito aparente? – perguntei com uma voz doce e gentil.
Ela se virou pra mim, e olhou na direção do short, deu de ombros e disse:
– Não, fica bom em você, realça suas pernas. – depois de responder voltou sua atenção para o caderno, ainda com cara de emburrada.
– Ah sei, bem eu gosto desse seu sua blusa, ela é ousada mais discreta, valoriza seus seios. – Puxei novamente assunto, ela levantou o rosto pra mim é sorriu, sempre funcionava elogia-la.
– Você acha mesmo? – Perguntou ela.
– É claro, miga. Você é muito gostosa, se eu fosse homem te pegaria gostosinho… – Respondi, e dei uma risada da cara que ela fez de envergonhada, mas ela tinha algo mais no olhar, curiosidade talvez?
– Deixa disso, Lady. Seu namorado não iria gostar de te ouvir falando essas coisas.
Soltei outra risada e cheguei mais pra perto dela e disse:
– O que Rafael não ouve Rafael não sente. – Rimos juntas e decidimos voltar ao trabalho, felizmente Anne tinha voltado com seu bom humor e algo mais diferente, ela sempre arrumava algum jeito de me tocar ou eu a pegava me olhando, tudo muito discreto, mas eu estava percebendo suas intenções, resolvi então dormir na casa de Anne e naquela noite decidi consolar minha amiguinha, e aproveitar e tirar o atraso, pois fazia mais de uma semana que eu não tinha o membro forte do meu namorado me preenchendo.
Era 20h00 quando fomos jantar, de banho tomado e já de pijama deitamos na cama de Anne e fomos assistir a um filme.
– Esse filme é muito sem graça. – Falei para ela me sentando na cama.
– E qual você quer assistir? – Me perguntou também se sentando.
– Um mais quente, e excitante. – Respondi, colocando meu sorriso mais sacana.
– Tipo pornô? – Ele havia entendido.
– Isso, exatamente! Você tem algum aí? – A essa altura eu já estava de pé, procurando alguém. DVD escondido no armário dela.
– Não, mas a gente pode assistir online. – A sugeriu.
– Ótimo! – Voltei para a cama e me sentei novamente – Tem mais opção, coloca ai duas aranhas brigando, adoro me masturbar vendo esse tipo de vídeo.
– Tá, tudo bem. – Ela se levantou e foi pesquisar um vídeo, ela não sentou na cadeira ao invés disso, ficou em pé curvada com a bundinha pra cima, aquilo de alguma forma deixou minha buceta latejando, resolvi tirar a minha calcinha e fique apenas com o a blusinha fininha de seda e me cobri com o lençol.
Detalhe, eu e Anne nunca tínhamos visto esse tipo de vídeo antes juntas, mas tudo tem uma primeira vez…
Quando o vídeo começou percebi que Anne estava um pouco acanhada, mas eu via com as penas dela se contorciam.
– Tira a calcinha e se toca amiga. – Sugeri – Ou vai me dizer que você não tá excitada?
– Tô com vergonha… ah foda-se! – Então ela tirou a calcinha e se deitou do meu lado com as penas abertas e começou a se masturbar a xotinha Rosinha, aquilo me deu mais excitação do que o vídeo.
– Hummm isso Anne, se entrega vai! – E parei de mexer na minha pra poder tirar a minha blusa, meus peitos e saltaram pra fora e a Anne repetiu meu movimento tirando a blusa e mostrando aqueles seios maravilhosos e de biquinhos rosados, meu extinto foi abocanhar os dois, mas me controlei e fiquei observando ela se tocando, de repente ela vira na minha direção e eu não conseguindo me conter mais vou pra cima daquela putinha gostosa, ela geme enquanto eu me revesso em beijar a sua boca pequena e esfrego minha mão da buceta molhadinha dela.
Depois de quase 5 minutos nisso ela me vira e derruba meu corpo na cama e sobe em cima de mim, posicionando a sua buceta em cima da minha, e é aí que eu entro em pleno delírio sentido e vendo Anne rebolando e me masturbando com a sua xota.
– Hummm, Lady isso é tão bom! Ain eu acho que eu já tô quase gozando…
– Isso minha putinha, rebola! Rebola vai… – Eu também estava quase lá, só mais uma pouco e…
– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh – gritamos juntas!
Ela se jogou em cima de mim e pude sentir sua respiração no meu pescoço, mas se Anne achava que tinha acaba, ela estava muito enganada…
Agora eu estava por cima, e com muita maestria, pois sempre faço isso meu namorado, fui beijando o seu pescoço, descendo para seu ombro e chegando bem entre os seu seios, foi aí que parei e olhei para o rosto dela, esse mesmo me escara a com expectativa então dando um sorrisinho, abocanhei seu seio esquerdo e comecei a chupar como uma criança esfomeada, Anne gemia com vontade, quando terminei com o esquerdo fui para o direito e repeti o processo, com vontade e afinco, quando terminei, continuei com minha linhas de beijos e sem mais torturas, quando cheguei naquela buceta depiladinha passei a língua por toda a sua extensão, nesse momento ela gritou, mas eu não parava seu gosto era bom, e eu não conseguia parar de chupar, ela gozou umas duas vezes até que eu parasse e fosse pra cima dela, percebi sua cara de assustada, mas ela logo percebeu o que eu pretendia. Íamos fazer um 69 delicioso.
– Sua vez de me chupar, vadia! – Falei pra ela, com minha bunda a poucos centímetros do rosto dela, e coloquei minha buceta em cima de sua boca, sem sequer do tempo dela recusar!
E não é que a safada sabia chupar uma xota, pra abafar meus gemidos cai de boca na buceta dela novamente e ficamos assim até eu gozar umas duas vezes e ela nem sem mais quantas.
Depois de estar mais que exausta, eu saí de cima da Anne e me deitei ao sei lado, mas aparentemente ela queria mais, foi aí que ela começou a lamber bem de leve meus seios, e isso foi me acordando foi então que consegui forças não sei de onde é formei a posição tesourinha e começamos a esfregar xana com xana, que deslizavam com facilidade já que estávamos pra lá de molhadas e lubrificadas, começamos devagar, mas com o passar dos movimentos aumentamos a velocidade de uma maneira que eu só sentia prazer e mais prazer e foi então que a Anne gritou e desabou, mas ainda assim eu continuei e soquei e esfreguei e rocei até sentir aquele estupor de saciamento que vem com o gozo.
Ficamos deitadas naquela posição esperando a respiração voltar ao normal.
– Que loucura. – Disse Anne, com um sorriso de deleito nos lábios.
– Que loucura deliciosa. – Repeti sua afirmação deitando ao lado dela.
– Podemos repetir isso outras vezes, Lady? – Perguntou ela após me dá um selinho.
– Hummm, mas é claro, vai ser o nosso segredo.

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